Arquivo do autor:Lu Ricas

Cansado de PPTs? Conheça o Prezi

Olá Pessoal,

Que tal aprender a usar o Prezi? A minha aluna do curso de pós-graduação em Tecnologias aplicadas à Educação fala sobre a sua experiência e dá as dicas certas…

Link : Cansado de PPTs? Conheça o Prezi

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Podcast: Possibilidades Pedagógicas

A facilidade de troca e a gratuidade das ferramentas disponíveis na internet possibilitaram a dinâmica de trabalho e a comunicação a distância. Hoje é comum estarmos sentados em frente ao computador ou usando nossos celulares para responder um email, comentar uma mensagem, marcar encontros, registrar um acontecimento e resolver questões profissionais.

O podcasting (combinação da palavra iPod e broadcasting) é um modo de difusão de emissões de rádio. Através de subscrição de um “feed RSS”, e com a ajuda de um programa específico, pode-se descarregar automaticamente para o nosso computador ou  iPod.

De acordo com Medeiros (2006), a palavra podcasting foi usada pela primeira vez pelo jornal britânico “The Guardian” em 2004. O artigo cita a facilidade com que o usuário pode produzir “programas de rádio” utilizando um MP3 player (como um IPod), um software de áudio acessível e um blog para a publicação do programa.

Em 2004, o primeiro número do Podcast foi produzido por Adam Curry (DJ da MTV) e Dave Winer (criador de software) , que desenvolveram um programa que permitia descarregar automaticamente transmissões de rádio na internet diretamente para os seus iPods.

Em relação ao formato, o podcast assemelha-se muito a um blog devido às seguintes fatores:

  • Ambos permitem a utilização de textos, imagens, áudio, vídeo e hipertexto.
  • São de fácil utilização e atualização sem a necessidade de conhecimentos profundos em informática, principalmente na área de programação.
  • Possuem grande variedade de servidores disponibilizados gratuitamente na internet.
  • São organizados por meio de posts que podem ser produzidos individual ou coletivamente.
  • Podem ser livres ou mediante cadastro de email para acessar o material publicado.

Segundo Salmon et al (2008 apud FURTOSO et al, 2011) há duas variações de podcasts:  o videocast (áudio, imagem e vídeo) – O vodcast ou videocast que corresponde à comunicação de vídeos através da internet. Enhanced podcast, que além de áudio, imagem e vídeo, inclui hiperligações entre diferentes elementos.

Junior et al (2009) adicionam mais uma variação:  o mobcast que  envolve o uso de telefones celulares conectados à internet, onde o utilizador pode fazer downloads de arquivos, gravar vídeos, bem como, enviá-los pelo seu aparelho, garantindo, assim, que o utilizador possa ouvir e assistir ao que quiser, em qualquer hora e no lugar que desejar. No entanto, a disponibilidade dessas funções depende dos serviços oferecidos pela operadora e das características do dispositivo móvel utilizado.

Quanto à produção e recepção de documentos áudio, Medeiros (2006) define quatro modelos para o podcast:

  • Modelo Metáfora: possui características semelhantes a um programa de rádio convencional: locutor/apresentador, blocos musicais, vinhetas, notícias, entrevistas etc.
  • Modelo Editado: as emissoras de rádio editam os programas que foram veiculados, disponibilizando-os em seu site para que depois sejam acessados pelos ouvintes que não puderam acompanhá-los em tempo real.
  • Modelo Registro: conhecido como audioblog possui temas diversificados: aulas, livros, sermões, guias de turismo, matérias jornalísticas etc.
  • Modelo Educacional: muito associado à modalidade de ensino a distância, permite a disponibilização de aulas na web. Também possui grande potencial no ensino presencial, pois pode ser utilizado para disponibilizar aulas lecionadas, integrar comentários aos blogs e enriquecer o conteúdo ministrado.

Ferramentas para Gravação e Edição de Episódios de um Podcast

BARCA et al. (2007) apresentam três categorias de ferramentas para a criação de podcasts: 1) as ferramentas de gravação e edição de áudio localmente instalados no computador; 2) as ferramentas que permitem a gravação de áudio online e a disponibilização gratuita de podcasts na web; 3) as ferramentas de gravação e edição de vídeo e áudio – videocast.

Gravação e Edição de Áudio

O software livre Audacity é uma ferramenta que edita e mixa arquivos de áudio nos formatos WAV, AIFF, MP3 e OGG, que poderão ser gravados por meio do seu microfone ou por uma entrada de linha quanto importados do computador. Ele possui recursos bastante apreciáveis, tais como, Copiar, Recortar, Colar, Misturar; adicionar efeitos de amplificação, fade in e out, reverberação, eco, e faz tratamento do som ao nível da equalização.

Vale ressaltar que para utilizar essa ferramenta é necessário fazer download para a sua máquina. Após esse passo, testamos a ferramenta utilizando um arquivo de áudio disponível em nosso computador consultando alguns tutoriais disponíveis na web para editá-lo.

A fim de montar e divulgar os seus podcasts?

Uma opção é participar do portal PodcastOne, onde você poderá criar uma conta e postar as suas produções, além de escutar muitas outras sobre diversos temas . O serviço oferece 500 MB de espaço gratuito, um tamanho suficiente para a publicação dos arquivos MP3. Os usuários também podem criar um perfil com suas informações pessoais e usar tags para classificar os seus podcasts. A interface do serviço é intuitiva e, o melhor é que a página está toda em português.

Gravação de Áudio  Online
 

O PodOmatic é uma ferramenta ideal para realizar gravações em lugares remotos, sem a necessidade de instalar um software, ou seja, os podcasts podem ser gravados diretamente na página web ou enviados no formato MP3. Embora o PodOmatic possua planos pagos, a versão gratuita possui um bom espaço em disco (500MB) com 15 GB de tráfego mensal.

Testamos o ambiente e verificamos que a sua interface é amigável. Depois de criada a conta, podemos configurar o nosso espaço e perfil, personalizar o layout usando as templates disponibilizadas ou as nossas próprias imagens. O próximo passo é acompanhar os tutoriais e iniciar a construção de podcasts.

Possíveis utilizações didático-pedagógicas dos Podcasts

O podcast desponta como uma alternativa prática de baixo custo, favorecendo uma metodologia de ensino e aprendizagem bastante motivadora, que pode proporcionar ao aluno um papel ativo na construção do saber, saindo do papel de mero receptor para ser um emissor e produtor de informação na web.

Ao utilizar um podcast, o professor pode aliar informação e dinamismo às suas aulas. Mas antes de selecionar uma das ferramentas disponíveis, será necessário que ele avalie e teste as facilidades e dificuldades que cada uma delas pode apresentar. Após dar esse passo, o professor poderá disponibilizarmateriais didáticos, documentários, entrevistas, explicações das suas aulas em formato áudio que poderão ser acessadas e ouvidas pelos alunos a qualquer hora do dia e em qualquer lugar, podendo ser baixada até mesmo para um dispositivo móvel. O podcast permite que professores e alunos interajam sob a forma de comentários deixados no aplicativo.

Para efetuar gravações não dependemos de muitos recursos para que elas fiquem com uma qualidade satisfatória, basta que sejam gravadas em ambientes com pouco barulho. Quanto maior for a criatividade, melhor será o resultado final. Por isso, se combinarmos outros efeitos de som às nossas gravações, elas ficarão mais atrativas e contextualizadas.

Na Figura 1, exemplificamos o uso de podcasts na página do professor de tecnologias Gustavo Guanabara – criador do GuanaCast.

Segundo BARCA et al. (2007) a utilização de podcasts em Educação pode trazer vantagens dentre as quais destacaremos:

  • Maior interesse no acesso aos conteúdos devido a novidade trazida pela ferramenta.
  • Favorece os diferentes ritmos dos alunos para aprendizagem, pois eles poderão escutar várias vezes uma gravação, podendo compreender melhor o conteúdo.
  • A possibilidade da aprendizagem fora do espaço escolar. Os alunos poderão escutar as aulas ou as explicações dos conteúdos pelo celular em ônibus, em casa, na academia etc.
  • Se os alunos forem incentivados a gravar episódios aprenderão muito mais, pois terão uma maior preocupação ao elaborar um bom texto e disponibilizar um material coerente para compartilhar com a turma.
  • Falar e ouvir constitui uma atividade de aprendizagem mais significativa do que o simples ato de ler, coadunando com o universo multimídia o qual o aluno está inserido no seu dia a dia.

Os podcasts também podem ser uma alternativa para o ensino e aprendizagem e trazer benefícios aos alunos que são deficientes visuais, pois permite que os mesmos tenham acesso às aulas através de gravações em formato áudio.

Que tal entrarmos no universo podcaster?
Let’s Puzzle!

1º Seminário Tecnologias Educacionais Aplicadas da turma PGTIAE

Falamos muito sobre projetos colaborativos na Educação. Na teoria é muito fácil. Na prática é um grande desafio. Diferenças, discussões, prazos adiados, um que se dedica e outro que “enrola”.  Alunos e professores (que como todo mundo) têm outras prioridades. O lance é trazer à cena todos os obstáculos e buscar soluções com o grupo, pois se acreditarmos que é possível traçar um novo rumo na prática pedagógica, todo esforço valerá a pena. O resultado final surpreenderá!

Como professora de uma turma de adoráveis “marmanjos”, aprendo a cada dia que é importante termos sensibilidade para apostarmos no potencial de alunos que se dedicam à sua própria auto-formação. Uma turma de pós-graduação que às sextas-feiras se desloca para a Ilha do Fundão para estudar tecnologias aplicadas à Educação durante 1 ano e meio. Na boa.. Esse cara é um vencedor!

Certamente cada aluno tem muito a dizer e a compartilhar com os demais. Muitos universos em uma única sala. Como diria Gil Giardelli, o professor “não pode usar velhos mapas, para descobrir novas terras”. Inspirada nessa ideia, organizei com a minha turma o  1º Seminário do Curso de Pós-graduação em Tecnologias da Informação Aplicadas à Educação (PGTIAE) do iNCE/UFRJ que de “quebra” vai contar com a palestra de abertura (adivinhe de quem?) do Gil Giardelli (o cross media man mais antenado no momento) #pausaprarasgarseda.

Confiram a divulgação e página do evento:

“Venha participar do 1º Seminário do Curso de Pós-graduação em Tecnologias da Informação Aplicadas à Educação (PGTIAE) do iNCE/UFRJ, que será realizado no dia 18 de novembro de 2011.

O evento é uma iniciativa da turma de 2010 e tem como proposta apresentar tendências tecnológicas voltadas para a aprendizagem acadêmica e corporativa. Serão apresentados relatos de experiência, projetos e possibilidades de uso de ferramentas inovadoras para o ensino-aprendizagem.

Palestra de abertura: Gil Giardelli

Acompanhe o evento no Twitter através das hashtags: #pgtiae2010 e #1seminariopgtiae “

Folder do Evento

A expectativa é grande. E a sua presença será fundamental para compormos a história de sucesso de um grupo. #ficaoconvite

Let’s puzzle!

Lu

“Não se faz nada sem forças, e essas forças é preciso conquistá-las à força.” (Dostoiévski)

Blog é o mais novo ator na Globo, já ouviu falar?

E não é que o BLOG fez a sua estréia como “ator” da novela Insensato Coração na Rede Globo? Depois de ter a sua carreira tão banalizada pelo excesso de exposição indevida (dizem por aí, que ele até aceitou papéis e roteiros inexpressivos). O nosso tão criticado personagem chegou ao horário nobre “causando”!

Tudo começou quando o personagem Kléber (Cássio Gabus Mendes) – repórter desempregado, apoiado pela sua filha, montou um blog chamado “Impunidade ZERO”.  Logo, no primeiro artigo, ele denunciou as falcatruas do banqueiro corrupto Cortez (Herson Capri), pois, mesmo estando munido de provas para condená-lo, não tinha espaço para ser ouvido.  Em outra cena, numa coletiva à imprensa, o banqueiro riu do jornalista quando este afirmou que iria denunciá-lo no seu blog pessoal e, ainda, disse ironicamente:

“- Blog? Eu pensei que só menininhas pré-adolescentes tivessem blog. Parabéns pelo empreendimento!”

Nas últimas semanas, o blog do Kléber levou o político corrupto para a cadeia (que acabou fugindo, mas essa é outra “realidade”) e denunciou a violência sofrida por homossexuais no Rio de Janeiro. Depois disso, acho que nem preciso dizer qual será o final dessa história, não é? Certamente, o “mocinho” não morrerá no final e ainda ganhará fama por tornar-se uma poderosa ferramenta nas mãos do seu porta-voz.

Ferramenta? Sim, o blog é apenas uma ferramenta para quem tem algo a dizer em qualquer lugar, mas também está disposto a ouvir, compartilhar e aprender. E por falar em aprender, quem está disposto a encarar esse desafio? Para o Kleber, também, não foi tão fácil assim. Ele foi o primeiro a achar que era tolice expor as suas ideias na internet, mas, sem outra opção, cedeu aos apelos da filha.

Reconheço que essa insegurança é normal diante de uma ferramenta onde o autor tenha que assumir a função de “um para muitos” e tenha que comunicar-se de maneira multimedial.  Principalmente os professores que ainda tem nas pontas dos dedos as manchas de “carbono do mimeógrafo”. Para eles, é duro encarar o desafio de “aprender a aprender” e reconhecer o grande potencial pedagógico das mídias sociais.

Muito além do que o blog tecnicamente representa, um educador encontra a possibilidade de assumir um papel de mediador de uma aprendizagem colaborativa, pois o seu papel sempre será de protagonista (mesmo fora do elenco da novela das 21h) frente à sua turma e em prol de um formação (co)laborATIVA .

Pena que Paulo FreireAnísio TeixeiraJohn Dewey não tiveram tempo de vida suficiente para criarem seus blogs. Mas não faltam blogs, sites e bibliotecas digitais que preservem e divulguem a memória desses grandes educadores.

Regozijo-me em saber que grandes educadores que se destacam pelo que pensam e escrevem e não precisam da Rede Globo para ficar famosos aderiram ao discurso aberto. Como por exemplo, José Manuel Moran , Simão Pedro, Gil Giardelli , Leonardo Boff , Raquel Recuero, Gustavo Guanabara dentre muitos outros nomes. E ainda, educadores que têm ganhado espaço com a relevância e qualidade dos seus posts também têm blog. Como por exemplo, o Reinaldo Vargas, a Raquel RFC, a Bete e não posso deixar de citar os meus alunos do curso de pós-graduação em Tecnologias na Educação na UFRJ que também têm blog:

Adriana da Silva: http://educartiblog.blogspot.com/

Ainoã Vieira: vivemosmatematica.blogspot.com

Anne:
http://tieduc.wordpress.com/

http://anneppoa.blogspot.com/

Antônio Cordeiro: http://dosvoxforum.com.br/elgg18/profile/antonio.cordeiro

Antônio Jorge: http://educafree.blogspot.com/

Antônio Normandia: http://antonionormandia.blogspot.com/

Bárbara Borges: http://barbieambiente.blogspot.com/

Cristina Mesquita: http://cristinamesquitainceufrj.blogspot.com/

Fabiana  Lima: http://educandocomti.wordpress.com/

Helez Merlin : http://www.amamosfisica.blogspot.com/

Marcelo Massao: http://dosvoxforum.com.br/elgg18/blog/owner/massao

Monique Carvalho: http://tieducando.wordpress.com/

Olívia:  http://sobreead.wordpress.com/

Raquel:  http://wawrwt.wordpress.com

Risomar:  http://rizzotrc.wordpress.com

Rodolfo: http://epaolucci.wordpress.com/

Suzane Moreira: http://suzanemoreira.wordpress.com/suzane/

Tatiana Ribeiro: http://portaldatecnologiaeducacional.blogspot.com/

Tiago Paixão e Sérgio Britto: http://sbritoeducar.blogspot.com/

E a lista é infinita… Grupos como  EduFuturo, educadores do RioAlô Professor também tem blog! Por esse caminho, será que até Deus tem blog?

 

Let’s puzzle!

e-Book: Para entender a Internet e as Mídias Sociais

Ao invés de sentir-se um “peixe fora d’água”, você, alguma vez, teve a impressão de que era um “peixe fora da rede”? Alguma vez teve a sensação de acordar após uma noite de sono qualquer e perceber que ficou para trás no tempo e no espaço? Sentiu vontade de perguntar por que a “revolução tecnológica” não foi televisionada?

Fique tranquilo, pois, certamente, você não é o único!

Muitos professores, alunos, empreendedores, comunicadores, desempregados, fofoqueiros, galanteadores e outros membros da sociedade civil não entenderam o motivo de tanta euforia em relação à internet e às mídias sociais. 

Além das dúvidas iniciais, surgem coisas que TODOS gostariam de saber, mas têm vergonha de perguntar: como muitos sites sobrevivem se quase tudo é grátis? Que papo é esse de realização profissional na rede? Qual a diferença entre blog e microblogging?

A dica é ouvir quem acordou mais cedo e fez a gentileza de preparar o café da manhã para os demais. Muitos e-books colaborativos estão sendo publicados e disponibilizados 100% free na web. Essa tem sido uma ótima maneira de reunir especialistas para discutir e compartilhar saberes sobre temas que ainda não possuem muitas referências.  O grande diferencial, nos e-books que indicarei, é a linguagem sintonizada a qualquer geração.

E-book: “PARA ENTENDER A INTERNET – NOÇÕES, PRÁTICAS E DESAFIOS DA COMUNICAÇÃO EM REDE“, organizado por Juliano Spyer. A curiosidade deste e-book é que ele não possui editora, ficou pronto em 45 dias, foi lançado no dia 17/03, pelo Twitter, sem anúncio formal para a imprensa, cabe em um e-mail e recebeu mais de 500 recomendações espontâneas de leitura em apenas três dias. Entre os autores, Edney Souza –  o Interneyum dos blogueiros mais famosos do Brasil, é quem escreve sobre BLOG, Fábio Seixasum dos mais seguidos no Twitter @fabio_seixasfez o texto sobre MICRO-BLOGGING.

Baixar pelo 4Shared – DOWNLOAD (O arquivo está em PDF e tem 908 Kb).

Temas:

  • Noções: beta, capital social/Whuffie, teoria cauda longa, co-working, cultura do remix, cyberpunk, ética hacker, interatividade, metodologias ágeis, rede social, viral, Web 2.0
  • Práticas: blog, bridge-blogger, comunidades de prática, consumer-to-consumer (C2C), Creative Commons, fotografia digital, jogos eletrônicos, jornalismo colaborativo, micro-blogging, mobile, Open Space/Barcamp, peer-to-peer (P2P), podcast, propaganda on-line, wiki.
  • Desafios: brecha digital/exclusão digital, cyberbullying, ecologia digital, Lei Azeredo, Lei Eleitoral e internet, lixo eletrônico, pirataria, privacidade, spam, voluntariado em rede.

eBookO outro e-book “PARA ENTENDER AS MÍDIAS SOCIAIS” foi lançado no dia 25/04 e apresenta, antes de tudo, um conhecimento multifacetado e interdisciplinar para profissionais e pesquisadores que tenham as mídias sociais como foco. O download é gratuito e traz textos curtos que abordam temas transversais ao universo das redes de relacionamento, com o objetivo de estimular o debate e o compartilhamento de boas práticas. Além do material em pdf, é possível participar desse debate no Blog do ebook homônimo.

Baixar pelo 4Shared – DOWNLOAD (O arquivo está em PDF e tem 1,2 Mb).

Temas:

  • Bases, plataformas, linguagens, tecnologias e ambientes por onde as redes acontecem;
  • Mercado, comunicação e empresas;
  • Redação – o uso das mídias sociais pelo jornalismo;
  • Persona – dedicado à cultura pop e seus subprodutos;
  • Social – tocando em temas fundamentais para a sociedade que estão presentes, de modo significativo, nas redes de relacionamento.

É preciso multiplicar o debate, criar novas perspectivas e compartilhar as nossas experiências. #ficaadica

Welcome to e-readers!

@luricas

Abrindo a “my TIC box”…

Dizem por aí que faço parte da famosa “Geração X”. Longe das denominações que nos limitam, mas paradoxalmente cheia de saudosismos típicos dessa geração, sou do tempo em que entregar um trabalho escolar datilografado era sinônimo de ter acesso a “melhor mídia da época”, enquanto que a grande maioria tinha de optar pelo “papel almaço pautado”. Tempo esse que fazer um trabalho em grupo era o melhor pretexto para brincar na casa dos colegas da turma. Nessas ocasiões, levávamos cartolinas que seriam rodeadas por babados kitchs de papel crepom e ilustradas com figuras recortadas da Enciclopédia “Novo Conhecer”. O mais engraçado era perceber que, no dia seguinte, os outros alunos da turma haviam tido as mesmas ideias e opções.

O dia-a-dia foi sendo permeados por novidades tecnológicas e transformados por fatores socioeconômicos que ofereceram ferramentas facilitadoras, mas que, por sua vez, acirraram diferenças (mas essa será uma outra história…)

Os vinis coloridos do “Fofão”, os CDs, o “walk-man”, o Ipod, as tardes jogando Atari, as noites em jogos de imersão virtual, a primeira ligação em um orelhão público, o celular, a linha cruzada, os chats, a internet discada, a internet móvel… Sim, eu me diverti e aproveitei muito as últimas décadas, mas o saudosismo é uma doce lembrança usada apenas para ilustrar o processo de transição de gerações e tecnologias. Orgulho maior é manter a expectativa de aprender e a paixão de ensinar e, ainda, apropriar-se de tecnologias para compartilhar e construir novos saberes.

Porque “entender a evolução do mundo é uma busca que pode nos manter jovens para sempre”. É esse perfil que o vídeo “We All Want to Be Young” traça em 9 minutos de frases e imagens, de informação preciosa, de respostas para uma pergunta simples: como não sentir-se um “peixe fora d’água” no mundo de hoje?

Este filme possui licença aberta pelo Creative Commons.

Enfim, seja bem-vindo!

@luricas

 

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